A young boy named Trismam lives in a world where humans are confined to a city due to the dangers outside, and he dreams of exploring the unknown.
Caior Reis: Imagine se: Depois das Fendas Capítulo 1
— Ecos entre Cristais. A luz alaranjada do entardecer atravessava as copas facetadas das Grandes Florestas de Cristais, pintando o chão com reflexos que dançavam como fragmentos de arco-íris. As árvores, embora vivas como quaisquer outras,
Caior Reis: tinham cascas translúcidas, que lembravam gemas polidas — azuis, verdes, roxas — em formas naturais e misteriosas. Um leve zumbido mágico ecoava no ar, como se a própria floresta respirasse.
Entre essas árvores encantadas, um menino corria. Ria sozinho.
Caior Reis: pulando raízes e se escondendo atrás de troncos cristalinos. Seu nome era Trismam, e seus olhos brilhavam tanto quanto o ambiente à sua volta.
— Meu nome é Trismam, da família Cristin, disse ele, falando consigo mesmo, como se narrasse sua própria história.
Caior Reis: Minha família é... bem, normal. Muitos seguem o caminho dos médicos de combate. Mas eu... eu quero algo mais complicado. Quero explorar o desconhecido. Sair das muralhas. Testar o mundo. Ele parou por um instante, olhando para o céu dourado que tingia o topo das árvores.
Caior Reis: O vento soprava suave, trazendo o som distante das muralhas que cercavam sua cidade.
— Tenho 16 anos agora. A idade em que posso escolher meu futuro. A escola de combatentes está ao meu alcance...
Caior Reis: e, com dois anos de estudo, talvez consiga entrar para a Divisão de Combate e Reconhecimento.
Caior Reis: Mais tarde, ao voltar para casa, uma construção parcialmente embutida em uma colina de pedras lilases, Trismam encontrou seu pai sentado em uma varanda de madeira, afiado em sua postura, vestindo o manto escuro dos curandeiros de guerra.
Caior Reis: Mansol Cristin era respeitado, severo com estranhos, mas havia sempre um olhar gentil ao ver o filho.
— Pai... — Trismam se aproximou com
firmeza, mas se curvou em respeito. — Eu queria pedir algo. Quero escolher onde vou me formar.
Caior Reis: — Claro, meu filho — respondeu Mansol, erguendo o olhar com um sorriso curioso. — Qual caminho escolheu?
Caior Reis: — Quero me formar na Escola de Combate e Reconhecimento. — A reverência agora era mais solene, quase como uma súplica. — Quero sair das muralhas. Ajudar os que exploram. Entender o que há lá fora... e proteger quem está aqui dentro.
Caior Reis: — Quero me formar na Escola de Combate e Reconhecimento. — A reverência era solene. — Quero sair das muralhas, entender o que há lá fora e proteger quem está aqui.
Mansol sorriu e pousou a mão no ombro do filho:
— Fale com sua mãe, mas eu topo. Confio no seu espírito, Trismam.
Caior Reis: Trismam sorriu com o coração acelerado. As dúvidas sumiram. Ele agradeceu e subiu para o quarto. O luar trazia fragmentos prateados pela janela. Sozinho, encarando o teto com a mente acesa, ele sabia que aquela seria a primeira de muitas decisões difíceis na sua jornada.
Caior Reis: Desde pequeno, ele passava o tempo criando armas de brinquedo baseadas nos exploradores. Ele achava aqueles equipamentos muito fodas. No dia seguinte, com os primeiros raios de sol, Trismam despertou cedo. Vestiu-se rápido e seguiu a trilha secreta até as Montanhas de Cristal.
Caior Reis: A brisa fria era familiar. Aquele lugar era o seu santuário isolado para pensar, fugir de cobranças e guardar segredos. Ao atingir a encosta, passou por trás de uma rocha em formato de meia-lua. Entrou na caverna oculta que ele acreditava fielmente ser desconhecida por todos.
Caior Reis: — Esse é o meu lugar — sussurrou. Por dentro, o espaço era acolhedor, com musgos brilhantes e folhas secas. Pela janela natural de pedra, ele observava a cidade protegida: sua casa, o centro comercial e a névoa densa que escondia o mistério do outro lado daquele vasto mundo.
Caior Reis: Trismam caminhou até o fundo da caverna e tocou numa runa entalhada. O símbolo brilhou e uma parede deslizou, revelando seu laboratório secreto. Havia frascos com líquidos vivos, tecidos estranhos e metais escuros. Nada daquilo parecia pertencer ao lado de dentro das muralhas.
Caior Reis: Na bancada, uma flor escura pulsava exalando um cheiro doce e metálico. Ele a guardou na capa como um tesouro proibido.
— Um dia saberei o que você é.
Ele fechou a porta e desfez a runa. Precisava correr para casa. Sua mãe já preparava a mochila para a grande partida dele.
Caior Reis: A academia ficava em uma ilha ao norte. Os novos alunos passavam três anos inteiros lá dentro, sem voltar para casa, enfrentando testes impossíveis. Trismam olhou pela janela do quarto, sentindo o peso do futuro e o fogo da excitação.
— É hora de descobrir o que o mundo esconde.
Caior Reis: Trismam entrou no veículo blindado da família. Seus pais não eram ricos, mas viviam muito bem, e o jovem era um talento brilhante que se destacava entre todos os irmãos. O sol já tocava o horizonte quando ele se despediu da mãe emocionada e recebeu um forte abraço do pai.
Caior Reis: — Você carrega nosso nome, mas suas ações é que abrirão os caminhos — sussurrou Mansol.
O carro partiu rumo ao norte. Trismam olhou a cidade sumir pela janela com lágrimas nos olhos. Em uma hora, chegou aos portões prateados da grande Escola de Combate e Reconhecimento.
Caior Reis: O pátio estava lotado de alunos curiosos. No alto, em uma plataforma mágica, o professor-chefe Maelstron iniciou o discurso de boas-vindas. Um holograma surgiu mostrando os monstros do Vazio e suas classes: Baixa vale 2 pontos, Intermediária vale 4 e a Classe Maior vale 7.
Caior Reis: A Classe Prisma traz monstros inteligentes que usam magia e valem 10 pontos. Por fim, as 5 Catástrofes são seres tidos como impossíveis de derrotar. A tensão tomou conta do pátio, mas logo o diretor mudou o tom para anunciar os Alunos Cristais que se destacaram na entrada.
Caior Reis: — Trismam da família Cristin! — ecoou o líder. O pátio murmurou ao ver o jovem subir. O painel mostrou que ele eliminou 4 monstros de Classe Maior, 14 Intermediários e 25 da Classe Baixa usando mana divina. Todos ficaram espantados com o poder daquele calouro promissor.
Caior Reis: — Sou Trismam! Vamos ser bons amigos — disse ele, saindo ovacionado. Depois chamaram Sancres, o filho do Presidente, que abateu 2 da Classe Maior com tecnologia S. O terceiro foi Bannes Magnus, que derrotou 9 Intermediários de forma precisa. Os três eram os grandes destaques.
Caior Reis: A cerimônia acabou e as divisões dos dormitórios começaram. Mais tarde, em seu quarto, Trismam olhava a vila dos estudantes pela janela. O lugar era seguro, vigiado por guardas e professores dentro do território de Cristan. Era ali que os futuros heróis davam o primeiro passo.
Caior Reis: Ele pensou na estrutura: a primeira série dura três anos focados em teoria, história e runas. A segunda série leva dois anos estudando tecnologia avançada e o cristal de Cristan. A terceira série exige dois anos e meio de expedições reais e perigosas fora dos limites seguros.
Caior Reis: No fim de tudo, vinha a Prova do Vazio. Quem vencesse ganhava a Pedra da Vida, que se unia à alma do guerreiro para criar uma arma viva e lendária. Trismam sorriu confiante com a jornada, apagou a runa do abajur, deitou-se na cama no escuro e pensou: "Amanhã começa de verdade".
Caior Reis: Na manhã seguinte, ele acordou bem cedo. Tomou banho, preparou o café e sentou-se na varanda para ler livros antigos da biblioteca. As páginas contavam que o mundo era normal até as Fendas se abrirem, trazendo horrores que forçaram a humanidade a viver cercada de muralhas.
Caior Reis: Hoje, tudo é movido por fragmentos da Pedra da Vida. Fora dos muros, os Deforms dominam. Antigamente, exércitos sumiam nas fendas e os poucos sobreviventes voltavam loucos por verem as Cinco Calamidades. Cientistas agora criavam pedras energéticas para abastecer as nações.
Caior Reis: Trismam viu a hora, guardou os livros e correu pelas ruas da vila. Entrou na sala, sentou-se perto da janela e esperou o tutor. Logo chegou o professor Mensu, um veterano de guerra de 58 anos com olhos afiados, que abriu um grande pergaminho para explicar a geografia do mundo.
Caior Reis: O mapa mostrava os reinos: Aqualith, lar dos azulados Aquenari; Skyharis, com os dourados Volarys em ilhas flutuantes; Sylvanor, a grande nação dos elfos na árvore milenar; Crystan, a pátria dos humanos focada em ciência; e Lunargoth, a terra dos místicos e cinzentos Drakar.
Caior Reis: Mensu listou os heróis do Vazio: Siraleen e sua Lança Abissal; Halien, o arqueiro da gravidade; Ythir, o elfo da armadura viva; Lyra Velkris, a rainha da tecnologia solar; e Kael Varn, o guerreiro místico de Lunargoth que invoca espadas diferentes conforme as fases da lua cheia.
Caior Reis: Focando em Crystan, o tutor alertou que fora das muralhas a noite é eterna e o caos domina. Durante a aula, Trismam descobriu que para criar uma Arma Lendária deve-se segurar a Pedra da Vida e o metal base: a alma do portador se funde ao objeto, gerando habilidades únicas.
ImagineIf AI: Trismam ficou intrigado com a ideia de criar uma Arma Lendária e se perguntou se algum dia poderia segurar a Pedra da Vida.